
Nada pode ser definido eu
Pois neste momento é o que sou
Quando me exponho a luz em frente a voce
Em sua mente eu
O canto que me guardo
Ja nao é quente nem acolhedor
O canto que me guardo
Ja nao me guarda
Ao meu redor tenho mil
Mas enxergo apenas um
Que é quem me sacode
E me traz a tona apos o extremo fundo
Uma sereia que age como uma prece
E voa dentro do mar de sentimentos
Ao mesmo tempo que me faz lembrar
Quem eu realmente sou
Navego, e de nada sou tudo
Novamente sou algo definido
Sou parte da ignorancia
Ao mesmo tempo da intelectualidade
A princesa das flores
Cai como pó de carvão sobre os olhos
E queima o coração
Como um café fresco derramado
Pobre daqueles que acreditam
Cruel aqueles que exitam
Hipócritas aqueles que inversam
E tristes aqueles que veem
A alma maltratada
A auto flagelação
Tornando-se alimária
Ama-se com parcimonia
E busca-se a intensidade
Complemento importante
Criadora e incentivadora
Desta inspiração.
(Felipe Gomes)
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